Produção de petróleo no Rio Grande do Norte caiu mais de 60% desde 2000

Em 2000, a média diária de produção foi de 77 mil barris nos campos potiguares; atualmente, a média é de 35 mil unidades diárias

O Rio Grande do Norte registrou no primeiro semestre de 2019 o menor volume de barris de petróleo produzidos desde 2000, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). A capacidade de produção dos campos terrestres potiguares foi reduzida em 63% ao longo período.

Até o último mês de junho deste, os campos potiguares registram 7,428 milhões de barris de petróleo. Em comparação com o mesmo período de 2018, com um total de 7,76 milhões de unidades produzidas, o que significa uma redução de 4,3%.

A tendência é de a produção em terra siga em queda ao longo de 2019. Seguindo a média de 1,2 milhão de barris mensais, o Rio Grande do Norte deve fechar o ano com 14,7 milhões de unidades produzidas.

Com isso, o volume atual de produção fica ainda mais desproporcional ao se comparar com 2000, data em que a ANP iniciou as pesquisas mensais de exploração de petróleo, quando se contabilizou 38,8 milhões de barris ao fim daquele ano.

Em 2000, a média diária de produção foi de 77 mil barris nos campos potiguares. Atualmente, a média é de 35 mil unidades diárias.

Em junho deste ano, a Petrobras anunciou a venda de 34 campos terrestres de petróleo no Rio Grande do Norte.

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